Eu pratico Ecosport!

não precisa ter um Ecosport pra praticá-lo, basta entrar nesse espírito de aventura...

QUAL PRINCIPAL CONCORRENTE DO ECO

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ecosport 2012

Aos praticantes de Ecosport vejam o que saiu na Auto Esporte acerca do Eco...

23/09/2011
EcoSport 2012 poderá ser lançado no Salão de Pequim
Nova geração do utilitário esportivo da Ford tem aparição marcada para mostra chinesa

Da redação
João Kleber Amaral
EcoSport será projeto global da Ford a partir de 2012 (projeção: João Kleber Amaral)
O lançamento mundial do novo Ford EcoSport poderá ser fora do Brasil. Segundo o site sohu.com, o modelo está com estreia marcada para o Salão de Pequim, que acontece em abril de 2012. A informação faz sentido, já que o utilitário esportivo será fabricado não apenas no Brasil, mas também na Tailândia e na China, onde a Ford opera com parceria da marca local Changan. A chinesa também teve participação no desenvolvimento do novo EcoSport, que se tornará um produto global a partir da próxima geração.
Unidades disfarçadas já foram vistas em testes na China, e reforçam as características divulgadas por Autoesporte através de projeções e flagras feitos no Brasil. A marcante roda de estepe seguirá na tampa traseira, e o visual ficará mais próximo dos modelos globais da marca, como os novos Fiesta e Focus.
O novo EcoSport terá motores 1.6 Sigma e 2.0 Duratec, com transmissão automatizada de dupla embreagem e seis marchas Powershift. O modelo também contará com direção com assistência elétrica, airbags frontais e freios ABS de série.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sem tempero, Ford EcoSport agrada pela funcionalidade

SUV compacto reúne qualidades que, na próxima geração, devem se juntar à sofisticação

Rodrigo Mora | 9/10/2010 08:26:00

O EcoSport é o típico exemplo de carro que toda montadora quer ter. Custou pouco para fazer, teve sucesso ao longo da vida e agora se tornará um produto global. O sucesso foi tanto que chamou a atenção da matriz da Ford, que liberou R$ 500 milhões em investimentos para que a próxima geração seja fabricada em Camaçari, na Bahia.
Mas antes que o utilitário passe por uma transformação total, em meados de 2012, a Ford lhe aplicou mudanças discretas, que ao lado da garantia de três anos e da lista de equipamentos incrementada farão com que o EcoSport se mantenha no topo das vendas como nos últimos anos – logo em 2003, no seu primeiro ano cheio de emplacamentos, o jipinho alcançou a segunda colocação no ranking de comerciais leves, ficando atrás somente da Fiat Strada. Em 2004, 2005 e 2006 foi o líder, enquanto nos últimos três anos voltou a ocupar a segunda colocação, nunca vendendo menos do que 40.000 unidades por ano. Neste ano, com cerca de 28.000 emplacamentos, só perde para Strada, VW Saveiro e Chevrolet S10, que também tem os frotistas como clientes.
Bom de espaço, ruim de acabamento
A discrição aplicada no exterior – uma discutível plaqueta com o nome do carro estampada no capô e rodas que lembram muito a do GM Vectra Elite anterior – se repete das portas pra dentro. O destaque fica por conta do painel, que tem nova grafia e “varre” velocímetro e conta-giros quando ligamos o carro. Mas velhos hábitos ainda continuam: ao repararmos no acabamento interno, sentados em confortáveis bancos, facilmente encontramos parafusos à mostra, denunciando a simplicidade na montagem da cabine. A tampa do compartimento extra no painel, que é refrigerado, é de uma fragilidade ímpar, enquanto a profusão de plásticos rústicos continua sendo uma das principais queixas contra o EcoSport. O barulho interno, no entanto, foi em boa parte resolvido.
O utilitário compacto da Ford compensa a frieza interna com bom espaço, tanto para quem vai à frente, quanto para quem senta atrás – embora lá só se encaixem confortavelmente dois adultos e, no máximo, uma criança. Há espaço para carregar muitas coisas: copos (ao lado da alavanca de câmbio e entre os bancos), carteira e celular do motorista (num compartimento do lado esquerdo do volante), óculos (no porta-objetos cravado no teto) e um iPod, abaixo dos comandos do ar-condicionado.
Exibicionista ou coerente?
Esse comprador de espírito aventureiro, que preferiu pagar R$ 60.830 por essa versão Freestyle ao invés de R$ 59.620 por um Focus 2.0 GLX, tem um carro sem graça nas mãos. O motor 1.6 flex, de até 107 cv, tem rendimento adequado à proposta do carro: é fraco em baixas rotações, mas responde bem a partir das 2.500 rpm; e é macio em velocidades de cruzeiro. Seu casamento com o câmbio curto e de engates precisos também agrada, assim como a suspensão, que absorve bem as irregularidades do piso, transferindo pouco do que acontece no solo aos ocupantes. Com acerto mais alto, nos permite passar por lombadas e valetas sem preocupação – e ao mesmo tempo não deixa a carroceria inclinar muito nas curvas.
São qualidades que, em tese, fariam do EcoSport um carro prazeroso de guiar. Mas não. O jipinho da Ford é apenas funcional, não emocionando ou envolvendo o motorista. Não cansa em viagens longas, mas também não faz o condutor sonhar com o caminho de volta, só para dirigi-lo novamente. Se trocasse o exibicionismo pela coerência, colocaria na garagem o Focus, que além de maior, encanta qualquer motorista já nos primeiros metros rodados. 
Prático, e agora mais equipado
O EcoSport continua prático. O porta-malas, por exemplo, surpreende os usuários com um porta-garrafas, útil para levar as de vidro. E para abri-lo, não é preciso primeiro soltar o suporte do estepe, como exigem VW CrossFox e Fiat Idea – preso na tampa, o pneu vem junto quando a abrimos.
Na linha 2011, o jipinho está mais equipado também. De série, há ajuste lombar do banco do motorista, alarme, chave “canivete”, computador de bordo, controle do rádio na coluna de direção, trio elétrico, faróis de neblina, rádio MyConnection, rodas de liga-leve aro 15 e volante revestido em couro. Prático e equipado, mas inseguro: ABS e airbag não existem nem como opcionais na versão Freestyle; estão disponíveis apenas nas configurações XLT e 4WD, que ficam na casa dos R$ 65.000, preço a partir do qual a Ford considera razoável oferecer a essencial dupla de segurança.
Se o que você procura é um carro mais alto, que transmita uma imagem de jovialidade e não se importa de pagar por um Fiesta maior o que vale um Focus, o EcoSport lhe servirá bem. A nova geração, no entanto, deverá reunir as mesmas qualidades, mas num produto mais moderno e, certamente, mais emocionante.

sábado, 3 de julho de 2010

G1 andou no Ford EcoSport 2011

SUV ganha novas linhas dianteiras, mas motor continua o mesmo.
Carro evolui para corresponder às novas exigências do brasileiro.
Priscila Dal Poggetto Do G1, em Maceió (AL) - a jornalista viajou a convite da Ford

De longe, o emblema no capô até lembra os modelos da inglesa Land Rover. Mais de perto, aparece um visual agressivo. Mas, cara a cara com o novo Ford EcoSport, ele parece mais é consigo mesmo. O modelo 2011 está de roupa nova, mas sem nenhuma grande surpresa.

Com essa atualização do carro, fica evidente que investir no EcoSport não é prioridade da Ford por enquanto, mas que uma reestilização do modelo era necessária pela pressão do mercado e pelo acirramento da concorrência.
 
Foto: Priscila Dal Poggetto

Sem novidades marcantes, Ford investe no conforto do EcoSport (Foto: Priscila Dal Poggetto)

Por esse motivo, a montadora leva às concessionárias já neste mês a versão 2011 do carro, com apenas a frente modificada e algumas alterações na parte interna. O trunfo desta vez não está no visual, muito menos na parte mecânica – idêntica à versão anterior – mas sim no preço. O carro sai por valores entre R$ 49.900 e R$ 61.880, um pouco mais barato do que a versão 2010, e tem garantia de três anos.

Quem esperava o novo motor Sigma para o SUV terá de esperar a próxima geração do modelo. De acordo com o diretor de Assuntos Corporativos da Ford na América do Sul, Rogelio Golfarb, por enquanto, a nova família de motores atenderá modelos “globais”, o caso do Ford Focus. “O motor Zetec RoCam tem bom torque, o que se encaixa perfeitamente à necessidade do EcoSport”, diz Golfarb.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

EcoSport discretamente agressivo

O EcoSport é a alegria da Ford. Desde seu lançamento há quatro anos, já acumulou 375 mil unidades vendidas, das quais 180 mil apenas no Brasil. As demais, foram abastecer outros mercados, como a Argentina, onde também faz grande sucesso.

Disponível em três níveis de acabamento e duas motorizações, a que apresenta melhor relação custo-benefício é a 1.6 XLS, que foi testada. Custando R$ 54.460, ou cerca de R$ 2.500 menos que a versão completa, XLT, difere daquela apenas em alguns acessórios. O desempenho é o mesmo.

Dirigir o EcoSport é como colocar a camisa preferida e sair por aí. Veste no motorista como uma calça jeans. A posição de dirigir mais alta, característica de utilitários esportivos mais sofisticados, é um de seus grandes trunfos. Lá de cima, e com grande visibilidade, é mais gostoso ver o mundo, mesmo que seja um mundo de veículos parados no trânsito.

Bonito por fora – ele ganhou frente nova, com capô mais reto e novos frisos, além de uma expressiva grade dianteira, bem casada com o pára-choque de desenho novo - e também sofreu algumas mudanças internas – como os novos dutos de ventilação no painel e quadro de instrumentos analógico -, mas continua praticamente o mesmo. Cara de bravo, mas dócil de ser conduzido; excesso de plástico nos revestimentos, mas bem acabado; e desempenho modesto, mas suficiente, inclusive em estradas sem pavimentação.

Bom no asfalto e na terra

O conhecido motor 1.6 RoCam continua eficiente e confiável. Aliado ao câmbio manual de cinco marchas reescalonado, tem desempenho elástico e silencioso. Segundo a Ford, a nova caixa teve a 1ª. e 2ª. marchas encurtadas em 15%, enquanto a 3ª., 4ª e 5ª. foram alongadas em 7%. O resultado pode ser sentido na prática.

As arrancadas ficaram mais vigorosas e as retomadas de velocidade mais seguras. Os 111 cv de potência máxima (com álcool) são atingidos aos 5.500 rpm, mas o torque de 15,8 mkgf só vem cheio a partir dos 4.250 rpm, o que torna o jipinho ainda mais ágil em altas velocidades.

O novo volante de direção e a nova manopla da alavanca de câmbio proporcionam uma pegada agradável, aumentando o prazer de dirigir.

Embora tenha sido projetado em Camaçari, na Bahia, visualmente o EcoSport não esconde sua inspiração no Land Rover Freelander, britânico de Birminghan, este sim um puro-sangue off-road. As semelhanças param por aí. Embora também seja relativamente alto, com vão livre maior do que o dos automóveis comuns, o EcoSport não é um jipe, dentro do conceito tradicional da palavra. Não foi feito para rodar fora da estrada, mas sim para rodar (bem) em (quase) qualquer estrada.

E, para isso, apresenta ainda outra boa vantagem: ângulo de entrada de 28º e ângulo de saída de 34º, suficientes para superar razoáveis desníveis de altura no piso, que certamente nenhum automóvel superaria.

Dotado de suspensão traseira com eixo de torção semi-independente e dianteira independente do tipo McPherson, o EcoSport vai bem nos pisos de terra. Aliás, vale lembrar: vai tão bem quanto os outros modelos da linha.

Os pneus P4 ou GPS3, da Pirelli, nas medidas 205/65 R15 com desenhos assimétricos, que equipam originalmente esta opção do EcoSport, vão melhor no asfalto que nos pisos de pouca aderência. A Ford oferece opcionalmente o pneu Scorpion ATR, também da Pirelli, mais adequado para uso misto.

Gostoso de dirigir

Com esta configuração, segundo a Ford, o EcoSport é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 13,1 segundos e atingir velocidade máxima de 167 km/h, quando abastecido com álcool.

Na prática, com quatro pessoas a bordo mais bagagens, o Eco relutou um pouco além do que o esperado nas acelerações e retomadas mais urgentes. De modo geral foi bem. É agradável de ser conduzido, principalmente em altas rotações. A altura da carroceria exige os cuidados de praxe nas curvas mais fechadas, mas em geral o modelo apresenta excelente estabilidade. O sistema de freios, a disco ventilados na frente e a tambor na traseira, são suficientes mas a categoria do EcoSport já merecia freios com ABS, o que a Ford não oferece nem como equipamento opcional.

Mais novo por fora do que por dentro, o EcoSport continua oferecendo também uma boa relação custo-conforto-praticidade-desempenho. Com ele é possível passar o final de semana no sítio, longe do asfalto por meio de um caminho enlameado, e ir à ópera na terça, após uma simples lavagem.

O carro merecia uma maior atenção ao nível do acabamento interno. A forração e a tampa interna do porta-malas continuam sofríveis, quase tanto quanto eram as da versão 2003. Além disso, marca indelével de sua descendência da linhagem Fiesta, o EcoSport continua eternizando dois defeitos daquele: o extintor de incêndio absurdamente fixado na base do banco dianteiro direito (o que é totalmente incômodo), e a ausência do quarto pedal, ou apoio para o pé esquerdo, fundamental para quem pretende sair dirigindo e sacolejando pelos caminhos esburacados afora.

Durante os cerca de 400 quilômetros de avaliação, o EcoSport 1.6 XLS consumiu uma média de 7,8 km/l nos trechos urbanos e 9,3 km/l na estrada. Considerando os quatro passageiros de bom porte e suas respectivas malas, o ar condicionado, e a diversão de curtir à vontade as acelerações e retomadas, o resultado até que foi bastante favorável.

GOSTAMOS
Visual externo
Posição de dirigir
Nível de ruído interno
Desempenho na terra
Custo-benefício

NÃO GOSTAMOS
Fixação do extintor de incêndio
Ausência do pedal de apoio esquerdo
Acabamento do porta-malas
Uso excessivo de plástico nas forrações

domingo, 21 de dezembro de 2008

cronologia

Ford Ecosport
2002 - Inicio produção, 4x2
2004 - Versão 4WD, 4x4 com motor 2.0 16V
2005 - Motor bicombustível 1.6 Flex (maio)
2005 - Fim da versão XL 2.0 16V (novembro)
2005 - Série Freestyle com 1600 unidades (novembro)
2006 - Fim do motor 1.0 Supercharger (abril)
2006 - Câmbio automático (novembro)
2007 - Versão SP com câmbio automático (abril)
2007 - Reestilização (outubro)
2008 - Motor 2.0 Flex (novembro)

A imagem de um veículo utilitário esportivo está ligado a veículos com motores possantes, interior luxuoso e tração 4x4 para enfrentar terrenos acidentados. Assim é nos Estados Unidos, onde o conceito surgiu. Em pesquisas realizadas em 1998, a Ford detectou que a fórmula, com algumas adaptações, poderia transformar-se num sucesso de vendas no mercado brasileiro. Surgia, assim, o EcoSport. No projeto, os técnicos da montadora investiram no design externo, com linhas agressivas, e economizaram no acabamento interno, para lá de espartano. Foi um sucesso. O pioneirismo ajuda o modelo da Ford a se manter até hoje na liderança desse mercado. São mais de 80 000 unidades vendidas por ano, quase o dobro da média registrada em 2003, ano de lançamento do EcoSport.